

“Uma coisa de sangue”, Maratona Associação Cultural
O espetáculo, de autoria de Belisa Branças, esteve em residência em Serpa, entre 24 de fevereiro e 7 de março de 2025. Estreou em Gaia, e apresentou-se em Serpa no 10.º Cenas de Novembro.
Em “Uma coisa de sangue”, num futuro distópico, não muito longínquo, em que o mundo foi divido em dois – Esquerda para um lado, Direita para o outro – três personagens femininas de diferentes gerações sofrem uma crise existencial, focada entre o desejo de liberdade e as responsabilidades coletivas.
“Monstra”, Coline Gras
COLDEK, de Coline Gras é uma criação de dança que nasce da estranheza e da amizade profunda que se abriu entre dois seres tão diferentes, Coline, humana e Saldek, cavalo. Caminharam juntos durante anos ao encontro deles próprios ouvindo o coração do outro e dos outros. Dançar. Saltar. Falar segredos. Desvelar. Respirar. Agora que Saldek voou para as estrelas, a dança quis estar onde o amor vai sendo poeira estelar. Esta peça é a complexidade que envolve tudo isso. Quem nunca quis inventar a sua vida?
Apresentou-se na 26.ª NNN – Noites na Nora.


(Des)Teceres, a.m.o.r
Dói-me o corpo de jazer nessa esperança, teatrão e teatromosca
Luz da Câmara e Isadora Dantas, duas das criadoras do projeto “(Des) Teceres”, produzido pela a.m.o.r – Associação Mulheres Outono Rebelde e acolhido pela Baal17 em residência de criação artística no âmbito do projeto CA – Cultura Viva, dinamizaram oficinas comunitárias junto da Cercibeja e da Academias Sénior de Serpa.
As Oficinas fizeram parte de um processo iniciado em 2024 e que culminou com uma apresentação no NNN – Noites na Nora 2025.
“Dói-me o corpo de jazer nessa esperança”, uma coprodução teatromosca teatro e Teatrão, esteve em residência de criação artística em Serpa, entre 16 e 22 de junho. O espetáculo, com texto de Jorge Palinhos a partir de “As Troianas”, de Eurípedes, contou com encenação de Marco António Rodrigues e estreia no dia 5 de novembro, na Oficina Municipal de Teatro, em Coimbra.
