As preparações para a apresentação da nova produção da Baal17, “A Bilha Quebrada”, de Heinrich von Kleist continuam. Com a mestria da artista de maquilhagem @abigailmachadomakeupartist aprendemos a desenhar os rostos destas personagens vestidas pela figurinista @ines.galveias__. Entre pincéis, cores e texturas, vai-se revelando o universo deste espetáculo — camada a camada, rosto a rosto. #Baal17 #ABilhaQuebrada #HeinrichVonKleist #Teatro #ProcessoCriativo #dgartes #serpaterraforte
INVISÍVIES, um projeto da Baal17 – Companhia de Teatro, a bruxa TEATRO , ASTA - Teatro e Outras Artes e Teatrão , viu aprovada a sua candidatura à open call “A nossa vez”, da - Évora 27 - Capital Europeia da Cultura. INVISÍVEIS é um projeto de acampamento/ocupação temporário e em movimento pela planície alentejana, cujo epicentro é a criação de um objeto teatral original em diálogo com a paisagem, com direção artística de Isabel Craveiro, dramaturgia original de Jorge Louraço Figueira e direção musical de OMIRI. Na tensão entre o rural e o urbano, o projeto propõe um modelo de criação artística e cívica que se desenvolve a partir de pequenas vilas, contribuindo para a visibilidade de novas centralidades para a criação artística. Paralelamente à criação teatral, ativam-se um conjunto de atividades que estendem, libertam e densificam a criação artística, procurando a voz dos públicos na produção de ideias, modelos e mapas de futuro das comunidades. O filósofo André Barata, o mediador cultural António Brito Guterres, a investigadora Nancy Duxbury e o jornalista/investigador Paulo Barriga conduzirão dinâmicas que permitirão expandir e envolver os públicos em práticas cívicas únicas e absorventes. INVISÍVEIS foi um dos 33 projetos apoiados, entre 287 candidaturas. Parabéns a todos. A foto ilustrativa é do grande fotojornalista José Ferrolho.
O humor, como fórmula, e a comédia, como recurso performativo, são, desde sempre, instrumentos que permitem ultrapassar as dificuldades e desafiar as normas. Bora lá, então! Iniciámos os ensaios de “A Bilha quebrada”, de Heinrich von Kleist, no CA – Cultura Viva, na Rua de Nossa Senhora, em Serpa, onde nos encontram em permanência por estes dias.

